Treinamento Físico Kettlebell Training CrossTraining

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Hérnia de Disco. Um estudo de caso, parte 3

Por Felipe Macena, Prof. Esp. ADF-PRO

CREF 3351 G-BA
Sócio Fundador dos Centros de Treinamento Físico Funcional Semeare

“Contra fatos, não existem argumentos.”

Autor desconhecido

Continuando nosso estudo de caso, esta semana vamos mostrar em imagens a evolução no quadro do nosso cliente. Gosto muito de registrar os treinos dos meus alunos, não somente para mostrar a eles a evolução do trabalho, mas sim, para fazer com que eles acreditem que estão melhorando em outros aspectos que não seja o “exigido” pela sociedade, a estética corporal.

A primeira imagem do cliente, tem data do dia 19 de Fevereiro de 2013 e a segunda 02 de Abril de 2013.

Mas espere ai Felipe, qual foi a pólvora que você descobriu? Basta realizar alongamento e pronto, o resultado vai ser este ai em qualquer ocasião.
Se você teve este pensamento, me desculpe, mas você está enganado(a). Vamos lembrar que nosso cliente tem uma hérnia extrusa na lombar e nas primeiras intervenções nossas, a dor era quase insuportável neste movimento de elevação da perna estendida. Nosso procedimento padrão foi desenvolvido após a realização do FMS, e seguiu basicamente os listados no artigo anterior, com algumas adaptações ao longo do treinamento.
Além das imagens acima, queria também acrescentar a evolução do swing com kettlebell, o tão temido movimento balístico, no artigo anterior você pode ver o primeiro vídeo.
Façam vista grossa na inconsistência do peso na mão dele, visualizem o ritmo do quadril, a estabilidade em sua cintura escapular, o peso “dançando” em sua mão vamos arrumar daqui a pouco, no momento o mais importante (na minha opinião) é fazer ele entender o movimento e ficar à vontade.

Swing Kettlebell

Felipe Macena é Sócio Fundador do Centro de Treinamento Físico Semeare, Especialista em Condicionamento Físico para Grupos Especiais, Treinador Certificado ADF-PRO e Palestrante.
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Hérnia de Disco. Um estudo de caso, parte 2

Por Felipe Macena, Prof. Esp. ADF-PRO

CREF 3351 G-BA

Sócio Fundador

Continuando nosso estudo de caso, iniciado semana passada (20 de março de 2013), com o cliente portador de Hérnia Discal, esta semana mostraremos mais um avanço, e desmitificaremos também que, o trabalho balístico pode ser feito, ao contrário do que se esperava (lembrem-se, cada caso é um caso, prepare primeiro seu cliente).

Foi com muita felicidade que recebi alguns comentários de Profissionais da área, incentivando e parabenizando nosso trabalho de Educador Físico, aos que interessarem eis o link.

Mas vamos voltar ao caso, antes de continuar, preciso escrever que procedimentos adotamos antes de cada seção de Treinamento, para não ficar dúvidas quanto ao nosso cuidado de alicerçar o que estamos realizando com o Cliente.
Antes mesmo de fazer o exercício (Deep Squat) existe muuuuito trabalho, desde redução do tônus muscular, usando técnicas manuais, de soltura dos tecidos moles, liberação miofacial, exercícios de RNT (reprogramação neural), alongamento, fortalecimento de todo o complexo lombo-pélvis-quadril, com um maior foco nas musculaturas internas (multifidus mais atenção), preparação Joint-by-Joint, ativações musculares pré-treinamento, realinhamento de assimetrias e fraquezas identificadas através do FMS, recuperando inicialmente a mobilidade.

No vídeo abaixo, veremos o início de um trabalho balístico, o Swing (balanço com Kettlebell). Porque, na minha opinião, acho importante para o cliente este exercício?
O trabalho do Kettlebell Swing, aumenta a força elástica do quadril, foco principal das lesões de hérnia de disco (quadril pouco funcional é sinônimo de sobrecarga na lombar e/ou joelhos, e posterior lesões), além do fortalecimento de toda a estrutura posterior do corpo, as colunas Lombar, Torácica e Cervical DEVEM permanecer neutras para podermos ter todos estes benefícios, caso contrário, será lesão na certa.
Movimentos de força rápida, desenvolvido também com o Kettlebell Swing, serão de suma importância para o Heitor nas atividades de vida diária, em momentos de surpresa (quando acontece movimentos rápidos e inesperados). Falando um pouco da respiração, o Kettlebell Swing educa o praticante a executar uma expiração forçada no final de um movimento de potência (força x velocidade), muito importante para fortalecer e ativar a musculatura interna (essencial para os portadores desta patologia), além de manter a cintura escapular fortalecida diminuindo o processo de cifose, característica da população “moderna”, causada pelo uso excessivo de computadores e posturas “desleixadas”.

Link para o vídeo da Iniciação do Kettlebell Swing dia 28/03/2013
(passamos por alguns processos antes, mas vamos adiantar um pouco, rsrs).

Felipe Macena é Sócio Fundador do Centro de Treinamento Físico Semeare, Especialista em Condicionamento Físico para Grupos Especiais, Treinador Certificado ADF-PRO e Palestrante.
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Hérnia de Disco. Um estudo de caso.

Por Felipe Macena, Prof. Esp.

CREF 3351 G-BA

Sócio Fundador

Iniciamos hoje um estudo de caso com um cliente nosso, portador de uma “discreta projeção focal foraminal esquerda do disco intervertebral de L4 e L5, reduzindo a amplitude do forame neural adjacente e contactando a raiz nervosa que por aí emerge. Salienta-se que existe fissura do anel fibroso nesta localização”, ou seja hérnia discal.

Lembrando que nossa coluna é formada de vértebras, discos intervertebrais, nervos, medula, músculos e ligamentos, a caracterização de uma Hérnia de Disco da-se pela projeção do núcleo pulposo (disco intervertebral) além dos seus limites normais, e são consequências de um esforço físico excessivo em flexão, rotação e/ou excesso de carga na coluna vertebral. Normalmente sua incidência ocorre entre as vértebras L4 e L5 e/ou L5 e S1. Ao lado uma representação gráfica de uma hérnia discal. A dor é ocasionada pela compressão dos nervos da coluna pelo núcleo intervertebral, imagine esses chicletes que tem um gel dentro como recheio, agora você aperta ele com os dedos, é igualzinho ao que acontece no caso de uma hérnia discal.

Observe na imagem abaixo de um raio-x no plano lateral de duas hérnias discais entre as vértebras L4,L5 e L5,S1.

Ao iniciarmos a intervenção com o cliente, que aqui vamos chamá-lo de Heitor, o mesmo queixava-se de fortes dores na coluna lombar do lado esquerdo, e estava em tratamento com uma Fisioterapeuta realizando RPG. Heitor mal conseguia movimentar o tronco em flexão (do quadril), tinha os isquiotibiais SUPER encurtados e não realizava nenhum movimento no quadril no exercício que chamamos de agachamento educativo, vide imagem abaixo.

Sua limitação de flexão da perna, principalmente, a esquerda em decúbito dorsal era impressionante, nada mais que 20º em relação ao solo, até mesmo com ajuda de uma fita para alongamento. Movimentos da postura em pé para ajoelhado era de uma dificuldade enorme, movimentos simples como carregar dois pesos, um em cada mão, era realizado igual a um robô, tamanha era a rigidez da sua marcha.

O foco principal inicialmente foi:

- Reduzir o tônus muscular dos MMII (membros inferiores), causadores das tensões na parte posterior da perna que consequentemente refletia na lombar, esta redução do tônus vai ajudar também no aumento sua flexibilidade;
- Melhorar o mobilidade do quadril e da coluna torácica, desta forma reduziremos o movimento de flexão, extensão e rotação da lombar (que adora ficar estabilizada);
- Fortalecimento do complexo lombo-pélvis-quadril (CORE), é justamente este complexo que vai possibilitar ao Heitor uma melhor postura e sustentação da sua coluna vertebral;
- E por último possibilitar a perda de peso, um dos causadores de sua patologia, segundo os Médicos.

Reduzir o tempo de permanência na postura de sentado é uma fator que deve ser levado em consideração, pelo fato de ela aumentar em 140% a pressão intervertebral, justamente no local da lesão, lombar. A melhor postura seria a deitado, que temos apenas 40% desta pressão intervertebral. Nas duas primeiras semanas foi assim que trabalhamos, na terceira e quarta já ficamos na posição de ajoelhado e semi ajoelhado. Heitor não se queixa mais das mesmas dores do lado esquerdo, e confessa que está com uma qualidade de vida bem melhor do que quando iniciamos o trabalho.

Nas primeiras quatro semanas fizemos um mapa do movimento de Heitor, detectando pontos falhos e assimétricos, iniciamos o fortalecimento do complexo lombo-pélvis-quadril com exercícios isométricos (pranchas e anti rotacionais), posturas de semi ajoelhado utilizando um cabo para realização de padrões diagonais (chop e lift) assim como excessivos exercícios de alongamento (dinâmico e estático), e no final de cada seção trabalho metabólico.

Chop e Lift


Após quatro semanas

Por hoje ficamos por aqui, voltaremos assim que os trabalhos forem evoluindo e a patologia tiver sido mais estabilizada.

Felipe Macena é Sócio Fundador do Centro de Treinamento Físico Semeare, Especialista em Condicionamento Físico para Grupos Especiais, Treinador Certificado ADF-PRO e Palestrante.
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Hérnia Lombar e Atividade Física, Sugestão de Intervenção

Por Prof Felipe Macena
CREF 3351 G-BA
Sócio Fundador

Olá, espero que esteja tudo tranquilo e que a evolução no seu treinamento também esteja de vento em poupa. Após nosso último artigo Quadril, O Maior Gerador de Potência recebemos alguns emails com questionamentos do tipo:
- Tenho Hérnia de Disco será que posso correr?
- Que pena que não posso fazer atividade física, tenho hérnia de disco!
- Estou proibida de fazer atividade física tenho hérnia de disco na L4 e L5.

E por ai vai… Então esta semana vamos abordar um assunto importante e que atualmente acomete cerca de 20 a 30% da população mundial acima de 35 anos que são as famosas Hérnia de Disco (geralmente lombares) e sugerir uma metodologia que hoje utilizamos na maioria dos casos com nossos clientes e vem dando super certo. Sugerimos que esta intervenção só deve ser feita após liberação dos Profissionais da área Médica e os Fisioterapeutas.

Lembrando que nossa coluna é formada de vértebras, discos intervertebrais, nervos, medula, músculos e ligamentos, a caracterização de uma Hérnia de Disco da-se pela projeção do núcleo pulposo (disco intervertebral) além dos seus limites normais, e são consequências de um esforço físico excessivo em flexão, rotação e/ou excesso de carga na coluna vertebral. Normalmente sua incidência ocorre entre as vértebras L4 e L5 e/ou L5 e S1. Ao lado uma representação gráfica de uma hérnia discal. A dor é ocasionada pela compressão dos nervos da coluna pelo núcleo intervertebral, imagine esses chicletes que tem um gel dentro como recheio, agora você aperta ele com os dedos, é igualzinho ao que acontece no caso de uma hérnia discal.

Observe na imagem abaixo de um raio-x no plano lateral de duas hérnias discais entre as vértebras L4,L5 e L5,S1.

Carregar peso de forma errada, má postura, excesso de permanência na posição sentada aumentando a pressão intervertebral, encurtamento do músculo transverso abdominal, musculatura interna fraca além das lesões são algumas das causas para o desenvolvimento de hérnia. Sabido isso nossa estratégia de intervenção vai ter seu foco na mobilidade do quadril, assim como a estabilidade da coluna lombar através de exercícios que fortaleçam tanto a musculatura externa e o mais importante a musculatura interna, não esquecendo que os exercícios de alongamento de toda musculatura posterior de MMII são de muita importância.

A instabilidade lombar é apontada como causa primária e secundária da dor lombar, sendo fatores externos que levam ao aumento da mobilidade do segmento vertebral e discopatias, sobrecarga e compressão de raízes nervosas, respectivamente ( BISSCHOP, 2003). Estudos tem comprovado que atrofias musculares, principalmente no Multífido e Transverso Abdominal causam instabilidade do segmento vertebral, tornando assim deficiente sua ação estabilizadora (HIDES et al, 1996).
O multífido tem origem no processo transverso e inserção no processo espinhoso da vértebra acima, e sua ação é produzir rotação, bem como extensão e flexão lateral da coluna em todos os níveis possuindo também um importante papel de estabilizador vertebral. Já o Transverso abdominal tem inserção posterior na face interna das últimas 6 cartilagens costais, fáscia toracolombar, crista ilíaca e ligamento inguinal e inserção anterior na linha alba e crista do púbis, e sua ação é aumento da pressão intra-abdominal e estabilização da coluna lombar.

Segundo um estudo de Bigos S.J. et al. intitulado Acute low back pain problems in adults: clinical practice guideline. Rockville: US Department of Health and Human Services; de 1994, em casos de pacientes com dor na região lombar, com sintomatologia em membros inferiores, pode-se testar a extensão dos joelhos, a dorsiflexão dos pés e a flexão plantar dos pés. Aplicando um questionário simples conforme abaixo, note que para cada movimento existe uma correlação do local da dor nas vértebras lombares (2,3,4,5) e sacral (1).

A nossa sugestão de intervenção inclui liberação miofascial, ativação muscular e fortalecimento do complexo lombar, pélvis, quadril (CORE). A liberação miofascial tem por objetivo liberar restrições nos tecidos que impedem o livre movimento do corpo. As restrições causam rigidez e limitação motora com consequências funcionais, por exemplo, nas atividades do dia-a-dia, e para a saúde do organismo. Via de regra estas restrições estão associadas ao aparecimento de sintomas indesejáveis, como a dor. Na imagem abaixo temos alguns exemplos de como realizar a técnica utilizando um foam roller, na imagem (A) liberação dos vastos mediais, (B) paravertebrais, (C) isquiotibiais, (D) trato iliotibial e (E) quadríceps, é normal aparecer dor no momento da execução, caso isso ocorra, permaneça com o foam roller sobre o local até que a dor desapareça em pelo menos 70%.

Continuando a parte prática do artigo vamos mostrar alguns dos exercícios que utilizamos nos nossos clientes e vem surtindo efeito satisfatório, tanto na prevenção quanto na melhora do quadro dos que já tem a hérnia instalada. Lembre-se o foco será na maioria dos casos fortalecimento de toda musculatura posterior da coluna (eretores da coluna), assim como músculos internos (transverso abdominal, multifidus, …) além de uma melhor mobilidade do quadril e lógico reduzir a permanência do tempo sentado(a).

No exercício abaixo teremos uma progressão pedagógica do Horse Stance (posição do cavalo), na imagem (A) assumimos uma postura de quatro apoios, o ideal é ter um bastão para orientar a postura que deve ter contato na cabeça, na torácica e na região sacral, realizando uma contração abdominal tentando encostar o umbigo nas costas (expirando totalmente o ar) permanecendo por uns 5″ (cinco segundos) e volta a posição de relaxamento, sugerimos de 8-12 repetições. Na imagem (B) além de realizar a mesma contração abdominal anterior, vamos elevar em mais ou menos 5cm (cinco centímetros) de forma cruzada uma mão e um joelho de tal forma que o bastão não caia e nem tampouco perca o contato nos três pontos de apoio (cabeça, torácica e sacro) permanecendo também por 5″ e volta a posição inicial, da mesma forma, sugerimos 8-12 repetições. E finalmente na imagem (C) continuamos com a contração inicial da imagem (A) sendo que vamos realizar uma extensão cruzada de perna e braço, o objetivo maior é imaginar uma linha horizontal entre tornozelo, quadril, ombro e punho. Não deixe o bastão cair e nem perder contato com nenhum ponto de apoio, preste atenção na posição do polegar da mão onde o braço esta estendido, ele fica apontado para cima, realize de 6-10 movimentos para cada lado.

Aos que gostam de sobrecarga uma ótima opção é a evolução do Horse Stance, neste exemplo usamos uma Gray Cook Band (medium). A ideia é realizar uma flexão do quadril unilateral na posição de prancha sem perder a estabilidade da coluna lombar. Podemos utilizar o bastão para orientar melhor a postura (estabilidade) conforme mostramos no primeiro exemplo prático (horse stance). Realize de 8-12 repetições para cada lado, mas lembre-se, antes o cliente deve passar pelo horse stance sem carga e evoluir os três níveis.

Na terceira sugestão vamos usar também sobrecarga com a mesma Gray Cook Band (medium), neste exercício não será permitido nenhum tipo de movimento do tronco (flexão, extensão ou latero-flexão). Em posição de semi ajoelhado(a), ombros encaixados, vamos fazer uma elevação e uma flexão ao mesmo tempo que espiro o ar totalmente. Durante o movimento vamos olhar para nossa mão do braço que está elevado assim como contrair o glúteo da perna que está com o joelho apoiado no chão, 8-12 repetições para cada lado.

No último exercício vamos usar além da Gray Cook Band (medium) um Kettlebell de 12Kg conforme imagem abaixo. O objetivo maior é sentar nos calcanhares mantendo o tronco ereto, peito aberto, sem elevar os calcanhares e executando uma abdução das duas pernas afim de melhorar o agachamento. Mantenha a postura durante todo o movimento expirando o ar na fase concêntrica do movimento e contraindo o glúteo ao ficar de pé, realize o movimento de descida mais lento e na subida mais rápido, sugerimos 6-12 repetições.

Nunca utilizar movimentos balísticos (por exemplo swing) quando o cliente estiver em crise, ou se queixando de dor no local da hérnia. Bem, por hoje ficamos por aqui e continuem enviando sugestões e críticas, elas são um incentivo maior para a continuação do nosso trabalho na escrita de mais artigos. Até semana que vem, caso queira receber nosso comunicado semanal basta apenas se cadastrar em nossa newsletter.

Link da nossa Palestra na FTC Salvador, BA encerramento de uma turma de Educação Física

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Circuito de Palestras Semeare – FTC

No vídeo abaixo mostraremos alguns momentos da nossa palestra aos estudantes de Educação Física do 8º semestre da Faculdade FTC em Salvador-BA na disciplina Reabilitação Neuromuscular.

O tema abordado por nós foi Hérnia de Disco na Coluna Lombar. Nosso foco foi abordar algumas estratégias adotadas em nossos alunos nos Studios Semeare para tratamento desta patologia. Iniciamos com uma caracterização de uma Hérnia de Disco e fomos discorrendo o assunto no processo de progressão pedagógica de como intervir.

Lembrando que uma vez com Hérnia, sempre com Hérnia.

por:
Prof. Esp. FelipeMacena
CREF – 3351G-BA
Sócio-Fundador SEMEARE